Dia de flores? É dia de punhos erguidos. De vozes firmes, de lembrar que chegamos até aqui porque mulheres ousaram desafiar o silêncio, o medo e a morte. É memória das que tombaram para que pudéssemos caminhar. E força das que resistem. É dia de lembrar as mulheres que foram assassinadas por homens, por outras mulheres, ou pelas que não suportaram a violência e se calaram para sempre. É revolta contra a desigualdade que insiste em nos prender. É dureza contra o machi